Qual é o sentido da vida? Como posso encontrar
propósito, realização e satisfação na vida? Terei o potencial de
realizar algo de significância duradoura? Há tantas pessoas que jamais
pararam para pensar no sentido da vida. Anos mais tarde elas olham para
trás e se perguntam por que seus relacionamentos não deram certo e por
que se sentem tão vazias, mesmo tendo alcançado algum objetivo
anteriormente estabelecido. Um jogador de baseball que alcançou o hall
da fama deste esporte foi questionado sobre o que gostaria que lhe
tivessem dito quando ainda estava começando a jogar baseball. Ele
respondeu: “Eu gostaria que alguém tivesse me dito que quando você chega
ao topo, não há nada lá.” Muitos objetivos revelam o quanto são vazios
apenas depois que vários anos foram perdidos em sua busca.
Em nossa sociedade humanística, as pessoas vão atrás de muitos
propósitos, pensando que neles encontrarão sentido. Entre eles estão:
sucesso nos negócios, prosperidade, bons relacionamentos, sexo,
entretenimento, fazer o bem aos outros, etc. As pessoas já viram que,
mesmo quando atingiram seus propósitos de prosperidade, relacionamentos e
prazer, havia ainda uma grande lacuna interior – um sentimento de vazio
que nada parecia preencher.
O autor do livro Bíblico de Eclesiastes expressa este sentimento quando
diz: “Vaidade de vaidades, ...tudo é vaidade.” Este autor tinha
prosperidade além da medida, sabedoria maior que de qualquer homem de
seu tempo ou do nosso, mulheres às centenas, palácios e jardins que eram
a inveja de outros reinos, a melhor comida e o melhor vinho e toda a
forma possível de diversão. E ele disse, em dado momento, que qualquer
coisa que seu coração quisesse, ele buscava. E mesmo assim ele resumiu a
“vida debaixo do sol” (a vida vivida como se tudo o que nela há é o que
podemos ver com nossos olhos e experimentar com nossos sentidos) como
sendo sem significado! Por que existe tal vazio? Porque Deus nos criou
para algo além do que nós podemos experimentar aqui e agora. Disse
Salomão a respeito de Deus: "Ele também pôs a eternidade no coração dos
homens..." Nos nossos corações, nós sabemos que o “aqui e agora” não é
tudo o que há.
Em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, vemos que Deus criou a
humanidade à Sua imagem (Gênesis 1:26). Isto significa que nós somos
mais parecidos com Deus do que com qualquer outra coisa (qualquer outra
forma de vida). Nós também vemos que antes da humanidade cair em pecado e
a maldição vir por sobre a terra, as seguintes afirmações eram
verdadeiras: (1) Deus fez o homem uma criatura social (Gênesis 2:18-25);
(2) Deus deu trabalho ao homem (Gênesis 2:15); (3) Deus tinha comunhão
com o homem (Gênesis 3:8); e (4) Deus deu ao homem domínio sobre a terra
(Gênesis 1:26). Qual o significado disto? Eu creio que Deus tinha como
intenção, com cada uma destas coisas, acrescentar realização a nossa
vida, porém tudo isto (especialmente a comunhão do homem com Deus) foi
adversamente afetado pela queda do homem em pecado e conseqüente
maldição sobre a terra (Gênesis 3).
No Apocalipse, o último livro da Bíblia, ao final de muitos outros
eventos do fim dos tempos, Deus revela que Ele irá destruir a atual
terra e céu que conhecemos e conduzir-nos ao estado eterno, criando um
novo céu e uma nova terra. Neste tempo, Ele irá restaurar a comunhão
total com a humanidade redimida. Alguns da humanidade terão sido
julgados indignos e jogados ao Lago de Fogo (Apocalipse 20:11-15). E a
maldição do pecado será eliminada; não haverá mais pecado, tristeza,
doença, morte, dor, etc. (Apocalipse 21:4). E aqueles que crêem herdarão
todas as coisas; Deus habitará com eles, e eles serão Seus filhos
(Apocalipse 21:7). Portanto, chegamos ao ponto inicial de que Deus nos
criou para termos comunhão com Ele; o homem pecou, quebrando tal
comunhão; Deus restaura esta comunhão completamente no estado eterno com
aqueles julgados dignos por Ele. Agora, passar a vida inteira
alcançando qualquer coisa e todas as coisas apenas para morrer separado
de Deus pela eternidade seria mais do que fútil! Mas Deus providenciou
uma maneira não apenas de tornar possível a eterna alegria espiritual
(Lucas 23:43), mas também para vivermos esta vida com satisfação e
sentido. Então, como esta eterna alegria espiritual e o “céu na terra”
são obtidos?
O SENTIDO DA VIDA RESTAURADO ATRAVÉS DE JESUS CRISTO
Como fizemos alusão acima, o real sentido, tanto agora como na
eternidade, é encontrado ao se restaurar o relacionamento com Deus,
relacionamento que foi perdido quando Adão e Eva caíram em pecado. Hoje,
este relacionamento com Deus somente é possível através de Seu Filho,
Jesus Cristo (Atos 4:12; João 14:6; João 1:12). A vida eterna é recebida
quando alguém se arrepende de seu pecado (ao não querer mais continuar
nele, mas que Cristo o mude e faça dele uma nova pessoa) e começa a
confiar em Jesus Cristo como Salvador (veja a questão “Qual é o plano da
salvação?” para mais informações sobre este assunto tão importante).
Porém, o real sentido da vida não é encontrado meramente em descobrir
Jesus como Salvador (apesar do quão maravilhoso ser). Ao invés disso, o
real sentido da vida é encontrado ao se começar a seguir a Cristo como
Seu discípulo, aprendendo Dele, passando tempo com Ele na Sua Palavra, a
Bíblia, tendo comunhão com Ele em oração e caminhando com Ele em
obediência aos Seus mandamentos. Se você é um descrente (ou talvez um
novo crente), você deve estar dizendo a si mesmo: “Isto não me soa assim
tão incrível e realizador!” Mas por favor, leia um pouco mais. Jesus
fez as seguintes declarações:
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos
aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e
humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30).
“...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João
10:10b). “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir
após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;
Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a
sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24-25). E nos Salmos
encontramos o seguinte: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os
desejos do teu coração.” (Salmos 37:4).
O que todos estes versículos estão dizendo é que nós temos uma escolha.
Nós podemos continuar buscando guiar nossas próprias vidas (com o
resultado de vivermos uma vida vazia) ou podemos escolher seguir a Deus
buscando Sua vontade para as nossas vidas com todo o nosso coração (o
que resultará em uma vida vivida por completo, tendo os desejos do nosso
coração atendidos e encontrando contentamento e satisfação). Isto é
assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós (não
necessariamente a vida mais fácil, mas a com mais satisfação).
Para finalizar, eu gostaria de compartilhar uma analogia emprestada de
um amigo pastor. Se você é um fã de esportes e decide ir a um jogo
profissional, você pode poupar algum dinheiro e pegar um lugar “bem
baratinho”, longe da ação, nas posições mais altas do estádio, ou você
pode gastar bem mais e ficar bem perto e aproveitar com mais vivacidade a
ação. É assim na vida Cristã. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO
não é para os cristãos de domingo. Eles não pagaram o preço. Assistir à
obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO é para o discípulo de Cristo que o é de
todo o coração, aquele que parou de ir atrás das suas próprias vontades a
fim de seguir os propósitos de Deus em sua vida. ELES pagaram o preço
(rendição completa a Cristo e a Sua vontade); eles estão vivendo a vida
ao máximo; e eles podem encarar a si próprios, seus amigos e seu Criador
sem remorsos! Você já pagou o preço? Sente vontade? Se a resposta é
sim, você nunca mais sentirá fome de sentido e propósito.
Texto retirado do site Gotquestions.com
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Bem vindo!!!
Nesse Blog postarei algumas matérias que fazem parte do meu dia a dia. Serão matérias relacionadas a Direito, Política, Doutrinas Cristãs entre outras. Espero que gostem!
sexta-feira, 5 de julho de 2013
sábado, 22 de setembro de 2012
"Jesus Cristo se casou?"
Resposta: Jesus Cristo definitivamente não se casou. Há mitos populares hoje que falam de Cristo se casando com Maria Madalena. Esse mito é completamente falso e não tem nenhuma base teológica, histórica ou bíblica. Embora alguns "evangelhos gnósticos" mencionem Jesus tendo um relacionamento próximo com Maria Madalena, nenhum deles declara especificamente que Jesus era casado com Maria Madalena ou que teve qualquer tipo de envolvimento romântico com ela. O mais perto que qualquer um desses evangelhos chega a dar essa impressão é quando um deles diz que Jesus beijou Maria Madalena, o que facilmente poderia ser uma referência a um “beijo amigável”. Além disto, até mesmo se os evangelhos gnósticos falassem diretamente que Jesus se casou com Maria Madalena, eles não teriam nenhuma autoridade, já que já tem sido provado que os evangelhos gnósticos são falsificações inventadas para criar uma visão gnóstica de Jesus.
Se Jesus tivesse se casado, a Bíblia nos teria dito – ou teria pelo menos um relato ambíguo sobre tal fato. As Escrituras não seriam completamente caladas sobre um assunto tão importante. A Bíblia menciona a mãe de Jesus, o pai adotivo, irmãos e irmãs. Por que deixaria de mencionar que Jesus tinha uma esposa? Aqueles que acreditam / ensinam que Jesus era casado, estão apenas fazendo isso como uma tentativa de "humanizá-lo", para fazer dEle um homem mais comum – como todo mundo. As pessoas simplesmente não querem acreditar que Jesus era Deus em carne (João 1:1,14; 10:30). Por isso, elas inventam e acreditam em mitos sobre Jesus se casando, tendo filhos e sendo um ser humano comum.
Uma pergunta secundária seria: "Jesus poderia ter se casado?" Não há nada pecaminoso sobre o casamento. Não há nada de errado em ter relações sexuais no casamento. Então, sim, Jesus poderia ter se casado e ainda ser o perfeito Cordeiro de Deus e o Salvador do mundo. Ao mesmo tempo, não há nenhuma razão, biblicamente falando, para Jesus ter se casado. Essa não é a questão desse debate. Aqueles que acreditam que Jesus era casado não acreditam que Ele não tinha nenhum pecado, ou que Ele era o Messias. Casar-se e ter filhos não foram o motivo por que Deus enviou Jesus. Marcos 10:45 nos diz por que Jesus veio: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
"De acordo com a profecia do fim dos tempos, o que acontecerá?"
Resposta: A Bíblia tem muito a dizer sobre o fim dos tempos. Quase todos os livros da Bíblia contêm profecias a respeito do fim dos tempos. Organizá-las todas juntas pode ser tarefa difícil. Segue-se um breve resumo do que declara a Bíblia a respeito do que acontecerá no fim dos tempos:
Cristo levará da terra todos os crentes nascidos de novo, que são parte da Igreja (os santos do Novo Testamento) através de um acontecimento conhecido como Arrebatamento (I Tessalonicenses 4:13-18; I Coríntios 15:51 em diante). Perante o Tribunal de Cristo estes crentes serão galardoados pelas boas obras e serviços durante o tempo na terra, ou perderão galardão, mas não perderão a vida eterna por falta de serviço ou obediência (I Coríntios 3:11-15; II Coríntios 5:10).
O anticristo (a besta) assumirá o poder e assinará um pacto de paz (firmará uma aliança) com Israel por sete anos (Daniel 9:27). Este período de sete anos é conhecido como a Tribulação. Durante a Tribulação, haverá guerras terríveis, fomes, pragas e desastres naturais. Deus derramará Sua ira contra o pecado, mal e iniqüidade. Durante a Tribulação terão lugar os quatro cavaleiros do apocalipse, os sete selos, trombetas e taças.
Quando se passar cerca de metade destes 7 anos, o anticristo irá romper o pacto de paz com Israel e com eles guerrear novamente. O anticristo causará abominação e desolação e levantará uma imagem de si mesmo para ser adorada no templo (Daniel 9:27; II Tessalonicenses 2:3-10). A segunda metade da Tribulação é conhecida como A Grande Tribulação e o tempo de angústia para Jacó.
Ao final da Tribulação dos sete anos, o anticristo iniciará um ataque final sobre Jerusalém, que culminará na Batalha do Armagedom. Jesus Cristo retornará, destruirá o anticristo e seus exércitos e os lançará no lago de fogo (Apocalipse 19:11-21). Cristo então amarrará Satanás no Abismo por 1000 anos e governará Seu reino na terra por estes 1000 anos (Apocalipse 20:1-6).
Ao final dos 1000 anos, Satanás será solto, novamente derrotado, e então lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:7-10). Então Cristo julgará todos os incrédulos (Apocalipse 20:10-15) no Julgamento do Grande Trono Branco, lançando a todos no lago de fogo. Cristo então introduzirá um Novo Céu e Nova Terra: a eterna morada dos crentes. Não mais haverá pecado, tristeza ou morte. Virá também dos céus a Nova Jerusalém (Apocalipse capítulos 21-22).
Cristo levará da terra todos os crentes nascidos de novo, que são parte da Igreja (os santos do Novo Testamento) através de um acontecimento conhecido como Arrebatamento (I Tessalonicenses 4:13-18; I Coríntios 15:51 em diante). Perante o Tribunal de Cristo estes crentes serão galardoados pelas boas obras e serviços durante o tempo na terra, ou perderão galardão, mas não perderão a vida eterna por falta de serviço ou obediência (I Coríntios 3:11-15; II Coríntios 5:10).
O anticristo (a besta) assumirá o poder e assinará um pacto de paz (firmará uma aliança) com Israel por sete anos (Daniel 9:27). Este período de sete anos é conhecido como a Tribulação. Durante a Tribulação, haverá guerras terríveis, fomes, pragas e desastres naturais. Deus derramará Sua ira contra o pecado, mal e iniqüidade. Durante a Tribulação terão lugar os quatro cavaleiros do apocalipse, os sete selos, trombetas e taças.
Quando se passar cerca de metade destes 7 anos, o anticristo irá romper o pacto de paz com Israel e com eles guerrear novamente. O anticristo causará abominação e desolação e levantará uma imagem de si mesmo para ser adorada no templo (Daniel 9:27; II Tessalonicenses 2:3-10). A segunda metade da Tribulação é conhecida como A Grande Tribulação e o tempo de angústia para Jacó.
Ao final da Tribulação dos sete anos, o anticristo iniciará um ataque final sobre Jerusalém, que culminará na Batalha do Armagedom. Jesus Cristo retornará, destruirá o anticristo e seus exércitos e os lançará no lago de fogo (Apocalipse 19:11-21). Cristo então amarrará Satanás no Abismo por 1000 anos e governará Seu reino na terra por estes 1000 anos (Apocalipse 20:1-6).
Ao final dos 1000 anos, Satanás será solto, novamente derrotado, e então lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:7-10). Então Cristo julgará todos os incrédulos (Apocalipse 20:10-15) no Julgamento do Grande Trono Branco, lançando a todos no lago de fogo. Cristo então introduzirá um Novo Céu e Nova Terra: a eterna morada dos crentes. Não mais haverá pecado, tristeza ou morte. Virá também dos céus a Nova Jerusalém (Apocalipse capítulos 21-22).
sexta-feira, 20 de julho de 2012
"E se eu não me sentir salvo?"
Resposta: Esta é uma pergunta extremamente comum entre os cristãos. Muitas pessoas duvidam da sua salvação por causa da presença ou ausência de certos sentimentos. A Bíblia tem muito a dizer sobre a salvação, mas nada a dizer sobre “sentir-se salvo”. A salvação é um processo pelo qual o pecador é salvo de "ira", isto é, do juízo de Deus contra o pecado (Romanos 5:9; 1 Tessalonicenses 5:9). Na verdade, a morte de Jesus na cruz e a sua subsequente ressurreição foram o que alcançaram a nossa salvação (Romanos 5:10, Efésios 1:7).
A nossa parte no processo de salvação é que somos salvos pela fé. Primeiro, temos de ouvir o evangelho -- as boas novas da morte e ressurreição de Jesus (Efésios 1:13). Então devemos crer --confiar plenamente apenas no Senhor Jesus (Romanos 1:16) e no Seu sacrifício. Não temos confiança nenhuma nas obras da carne para alcançar a salvação. Esta fé -- que é um dom de Deus, e não algo que produzimos por nossa conta (Efésios 2:8-9) -- envolve arrependimento, uma mudança de mentalidade sobre o pecado e Cristo (Atos 3:19) e invocar o nome do Senhor (Romanos 10:9-10, 13). A salvação resulta em uma vida transformada quando começamos a viver como uma nova criação (2 Coríntios 5:17).
Vivemos em uma sociedade que muito depende de sentimentos e, infelizmente, essa mentalidade tem invadido a igreja. No entanto, nem os sentimentos nem as emoções são confiáveis. Eles secam e enchem como as marés do mar, trazendo consigo todos os tipos de algas e detritos e depositando-los na praia, para logo então recuar, corroer e levar o chão onde pisamos de volta para o mar. Tal é o estado daqueles cujas emoções governam suas vidas. As mais simples circunstâncias -- uma dor de cabeça, um dia nublado, uma palavra falada sem pensar por um amigo -- podem corroer a nossa confiança e enviar-nos "para o mar" em um ataque de desespero. Dúvida e desânimo, particularmente sobre a vida cristã, são o resultado inevitável de tentar interpretar os nossos sentimentos como se fossem confiáveis. Eles não são.
Entretanto, o cristão precavido e bem armado é uma pessoa que não é governada por sentimentos, mas pela verdade que conhece. Ele não confia em seus sentimentos para provar-lhe nada. Basear-se em sentimentos é precisamente o erro que a maioria das pessoas faz na vida. São tão introspectivos que se preocupam demais com eles mesmos, constantemente analisando os seus próprios sentimentos. Estão continuamente questionando o seu relacionamento com Deus. "Será que realmente amo a Deus?" "Será que Ele realmente me ama?" "Sou bom o suficiente?" O que realmente precisamos fazer é parar de pensar em nós mesmos e de focalizar-nos tanto em nossos sentimentos e redirecionar o nosso foco a Deus e à verdade que sabemos sobre Ele por causa da Bíblia.
Quando somos controlados por sentimentos subjetivos centrados em nós mesmos ao invés de na verdade objetiva centrada em Deus, vivemos em um constante estado de derrota. A verdade objetiva se focaliza nas grandes doutrinas da fé e em sua relevância para a vida: a soberania de Deus, a intercessão sumo-sacerdotal de Cristo, a promessa do Espírito Santo e a esperança da glória eterna. Entender essas grandes verdades, focalizando nelas os nossos pensamentos e repetindo-las em nossas mentes, nos permitirão raciocinar baseados na verdade em todas as provações da vida, e a nossa fé será forte e vigorosa. Raciocinar baseados no que sentimos sobre nós mesmos – ao invés de no que sabemos sobre Deus -- é o caminho certo para a derrota espiritual. A vida cristã é uma de morte para si mesmo e de "andar em novidade de vida" (Romanos 6:4), e essa vida nova é caracterizada por pensamentos sobre Aquele que nos salvou, não pensamentos sobre os sentimentos da carne morta que foi crucificada com Cristo. Quando estamos continuamente pensando em nós mesmos e nossos sentimentos, estamos essencialmente obcecados com um cadáver cheio de podridão e morte.
Deus prometeu nos salvar se nos aproximarmos dEle em fé. Ele nunca prometeu que iríamos nos sentir salvos.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
"É Jesus o único caminho para o Céu?"

Resposta: “Sou basicamente uma boa pessoa, então vou para o Céu.” “OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.” “Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.” “Acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.”
Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).
É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23). Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).
“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).
Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado. Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”
Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas consequências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago. Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).
segunda-feira, 30 de abril de 2012
"Por que Jesus ensinou em parábolas?"
Resposta: Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado. As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.
A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas? O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado. Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mateus 13:10-17).
Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7). Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (João 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.
Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhum interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus. Por que, então, Ele falava em parábolas? Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas. Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.
domingo, 1 de abril de 2012
"O que diz a Bíblia sobre racismo, preconceito e discriminação?"
"O que diz a Bíblia sobre racismo, preconceito e discriminação?"
Resposta: O primeiro item a compreender nesta discussão é que há uma só raça: a raça humana. Caucasianos, africanos, asiáticos, indianos, árabes, judeus, etc, não são de diferentes raças, mas ao invés disto, são de diferentes etnias da raça humana. Todos os seres humanos têm as mesmas características físicas (com pequenas variações, é claro). Mas principalmente, todos os seres humanos são criados à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Deus ama o mundo inteiro (João 3:16). Jesus entregou Sua vida por todos no mundo inteiro (I João 2:2). O “mundo inteiro”, obviamente, inclui todas as etnias da humanidade.
Deus não mostra parcialidade ou favoritismo (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9), e nem nós deveríamos. Tiago 2:4 descreve a qualquer um que mostra discriminação como juiz “de maus pensamentos”. Devemos sim amar a nosso próximo como a nós mesmos (Tiago 2:8). No Velho Testamento, Deus dividiu a humanidade em dois grupos “raciais”: judeus e gentios. A intenção de Deus era que os judeus formassem um reino de sacerdotes, ministrando às nações gentias. Mas ao contrário, em sua maioria, os judeus se tornaram orgulhosos de sua posição e desdenharam dos gentios. Jesus Cristo colocou fim a isto, destruindo a parede divisória da hostilidade (Efésios 2:14). Todas as formas de racismo, preconceito e discriminação são afrontas à obra de Cristo na cruz.
Jesus nos ordena que amemos uns aos outros assim como Ele nos ama (João 13:34). Se Deus é imparcial, e nos ama com imparcialidade, isto significa que precisamos amar aos outros com o mesmo alto padrão. Jesus nos ensina, ao final de Mateus 25, que tudo o que fizermos com o menor de Seus irmãos, faremos a Ele. Se tratarmos uma pessoa com desprezo, estamos maltratando uma pessoa criada à imagem de Deus; estaremos ferindo alguém que Deus ama e por quem Jesus morreu.
O racismo, em formas variantes e vários graus, tem sido uma praga na humanidade por milhares de anos. Irmãos e irmãs de todas as etnias, isso não pode ocorrer! Para as vítimas do racismo, preconceito e discriminação: você precisa perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Não, os racistas não merecem seu perdão, mas nós, muito menos ainda, merecemos o perdão de Deus! Aos responsáveis pelo racismo, preconceito e discriminação: vocês precisam se arrepender e apresentar-vos “a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13) Que Gálatas 3:28 seja completamente cumprido: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”
Resposta: O primeiro item a compreender nesta discussão é que há uma só raça: a raça humana. Caucasianos, africanos, asiáticos, indianos, árabes, judeus, etc, não são de diferentes raças, mas ao invés disto, são de diferentes etnias da raça humana. Todos os seres humanos têm as mesmas características físicas (com pequenas variações, é claro). Mas principalmente, todos os seres humanos são criados à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Deus ama o mundo inteiro (João 3:16). Jesus entregou Sua vida por todos no mundo inteiro (I João 2:2). O “mundo inteiro”, obviamente, inclui todas as etnias da humanidade.
Deus não mostra parcialidade ou favoritismo (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9), e nem nós deveríamos. Tiago 2:4 descreve a qualquer um que mostra discriminação como juiz “de maus pensamentos”. Devemos sim amar a nosso próximo como a nós mesmos (Tiago 2:8). No Velho Testamento, Deus dividiu a humanidade em dois grupos “raciais”: judeus e gentios. A intenção de Deus era que os judeus formassem um reino de sacerdotes, ministrando às nações gentias. Mas ao contrário, em sua maioria, os judeus se tornaram orgulhosos de sua posição e desdenharam dos gentios. Jesus Cristo colocou fim a isto, destruindo a parede divisória da hostilidade (Efésios 2:14). Todas as formas de racismo, preconceito e discriminação são afrontas à obra de Cristo na cruz.
Jesus nos ordena que amemos uns aos outros assim como Ele nos ama (João 13:34). Se Deus é imparcial, e nos ama com imparcialidade, isto significa que precisamos amar aos outros com o mesmo alto padrão. Jesus nos ensina, ao final de Mateus 25, que tudo o que fizermos com o menor de Seus irmãos, faremos a Ele. Se tratarmos uma pessoa com desprezo, estamos maltratando uma pessoa criada à imagem de Deus; estaremos ferindo alguém que Deus ama e por quem Jesus morreu.
O racismo, em formas variantes e vários graus, tem sido uma praga na humanidade por milhares de anos. Irmãos e irmãs de todas as etnias, isso não pode ocorrer! Para as vítimas do racismo, preconceito e discriminação: você precisa perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Não, os racistas não merecem seu perdão, mas nós, muito menos ainda, merecemos o perdão de Deus! Aos responsáveis pelo racismo, preconceito e discriminação: vocês precisam se arrepender e apresentar-vos “a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13) Que Gálatas 3:28 seja completamente cumprido: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”
sexta-feira, 16 de março de 2012
"O que diz a Bíblia a respeito dos anjos?"
Resposta: Anjos são seres espirituais, que têm inteligência, emoções e vontade. Isto é verdadeiro tanto para anjos bons quanto para anjos do mal. Os anjos possuem inteligência (Mateus 8:29; II Coríntios 11:3; I Pedro 1:12), demonstram suas emoções (Lucas 2:13, Tiago 2:19; Apocalipse 12:17) e demonstram que têm vontades (Lucas 8:28-31; II Timóteo 2:26; Judas 1:6). Os anjos são seres espirituais (Hebreus 1:14), sem um corpo físico real. O fato de não terem corpos não muda o fato de terem suas personalidades (o mesmo ocorre com Deus).
O conhecimento dos anjos é limitado por serem criaturas. Isto significa que eles não sabem tudo o que Deus sabe (Mateus 24:36). Entretanto, parece que têm um conhecimento maior do que os humanos. Isto pode ocorrer por três razões: (1) Os Anjos foram criados como uma ordem superior de criaturas no universo, em comparação aos seres humanos. Por este motivo, é de sua natureza possuir maior conhecimento. (2) Os anjos estudam a Bíblia e o mundo de forma mais completa que os humanos e assim obtêm conhecimento (Tiago 2:19; Apocalipse 12:12). (3) Os anjos adquirem conhecimento através da longa observação das atividades dos seres humanos. Diferentemente dos humanos, os anjos não têm que estudar o passado; eles o viveram. Assim, sabem como os outros agiram e reagiram em determinadas situações e podem então prever com grande exatidão como nós vamos agir em circunstâncias parecidas.
Apesar de terem vontade, os anjos são, como todas as criaturas, sujeitos à vontade de Deus. Os anjos bons são enviados por Deus para ajudar os crentes (Hebreus 1:14).
A seguir, algumas atividades que a Bíblia atribui aos anjos:
A. Eles louvam a Deus (Salmos 148:1,2; Isaías 6:3).
B. Eles adoram a Deus (Hebreus 1:6; Apocalipse 5:8-13).
C. Eles se regozijam nos feitos de Deus (Jó 38:6-7).
D. Eles servem a Deus (Salmos 103:20; Apocalipse 22:9).
E. Eles se apresentam perante Deus (Jó 1:6; 2:1).
F. Eles são instrumentos dos julgamentos de Deus (Apocalipse 7:1; 8:2).
G. Eles trazem respostas às orações (Atos 12:5-10).
H. Eles ajudam a ganhar pessoas para Cristo (Atos 8:26; 10:3).
I. Eles observam a ordem cristã, obra e sofrimento (I Coríntios 4:9; 11:10; Efésios 3:10; I Pedro 1:12).
J. Eles dão encorajamento em tempos de perigo (Atos 27:23-24).
K. Eles cuidam dos justos no momento da morte (Lucas 16:22).
Os anjos são de uma ordem completamente diferente da dos humanos. Os seres humanos não se tornam anjos após a morte. Os anjos nunca se tornam e nunca foram seres humanos. Deus criou os anjos da mesma forma que criou a humanidade. Em nenhum lugar a Bíblia afirma que os anjos foram criados à imagem e semelhança de Deus, como foram os humanos (Gênesis 1:26). Os anjos são seres espirituais que podem, até certo ponto, assumir forma humana. Os humanos são basicamente seres físicos, mas com um aspecto espiritual. A maior coisa que podemos aprender dos anjos é sua obediência instantânea e sem questionamentos às ordens de Deus.
O conhecimento dos anjos é limitado por serem criaturas. Isto significa que eles não sabem tudo o que Deus sabe (Mateus 24:36). Entretanto, parece que têm um conhecimento maior do que os humanos. Isto pode ocorrer por três razões: (1) Os Anjos foram criados como uma ordem superior de criaturas no universo, em comparação aos seres humanos. Por este motivo, é de sua natureza possuir maior conhecimento. (2) Os anjos estudam a Bíblia e o mundo de forma mais completa que os humanos e assim obtêm conhecimento (Tiago 2:19; Apocalipse 12:12). (3) Os anjos adquirem conhecimento através da longa observação das atividades dos seres humanos. Diferentemente dos humanos, os anjos não têm que estudar o passado; eles o viveram. Assim, sabem como os outros agiram e reagiram em determinadas situações e podem então prever com grande exatidão como nós vamos agir em circunstâncias parecidas.
Apesar de terem vontade, os anjos são, como todas as criaturas, sujeitos à vontade de Deus. Os anjos bons são enviados por Deus para ajudar os crentes (Hebreus 1:14).
A seguir, algumas atividades que a Bíblia atribui aos anjos:
A. Eles louvam a Deus (Salmos 148:1,2; Isaías 6:3).
B. Eles adoram a Deus (Hebreus 1:6; Apocalipse 5:8-13).
C. Eles se regozijam nos feitos de Deus (Jó 38:6-7).
D. Eles servem a Deus (Salmos 103:20; Apocalipse 22:9).E. Eles se apresentam perante Deus (Jó 1:6; 2:1).
F. Eles são instrumentos dos julgamentos de Deus (Apocalipse 7:1; 8:2).
G. Eles trazem respostas às orações (Atos 12:5-10).
H. Eles ajudam a ganhar pessoas para Cristo (Atos 8:26; 10:3).
I. Eles observam a ordem cristã, obra e sofrimento (I Coríntios 4:9; 11:10; Efésios 3:10; I Pedro 1:12).
J. Eles dão encorajamento em tempos de perigo (Atos 27:23-24).
K. Eles cuidam dos justos no momento da morte (Lucas 16:22).
Os anjos são de uma ordem completamente diferente da dos humanos. Os seres humanos não se tornam anjos após a morte. Os anjos nunca se tornam e nunca foram seres humanos. Deus criou os anjos da mesma forma que criou a humanidade. Em nenhum lugar a Bíblia afirma que os anjos foram criados à imagem e semelhança de Deus, como foram os humanos (Gênesis 1:26). Os anjos são seres espirituais que podem, até certo ponto, assumir forma humana. Os humanos são basicamente seres físicos, mas com um aspecto espiritual. A maior coisa que podemos aprender dos anjos é sua obediência instantânea e sem questionamentos às ordens de Deus.
sábado, 10 de março de 2012
"O que diz a Bíblia a respeito do dízimo?"
Resposta: A questão do dízimo gera dificuldade e resistência em muitos cristãos. Em muitas igrejas, o dízimo recebe excessiva ênfase. Ao mesmo tempo, muitos cristãos não se submetem à exortação bíblica em ofertar ao Senhor. O dízimo e as ofertas deveriam ser uma alegria, uma bênção. Mas raramente é o que acontece nas igrejas hoje, infelizmente.
Dar o dízimo é um conceito do Velho Testamento. O dízimo era exigido pela lei na qual todos os israelitas deveriam dar ao Tabernáculo/Templo 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem (Levítico 27:30; Números 18:26; Deuteronômio 14:22; II Crônicas 31:5; Malaquias 3:8-10). Alguns entendem o dízimo no Velho Testamento como um método de taxação destinado a prover pelas necessidades dos sacerdotes e Levitas do sistema sacrificial. O Novo Testamento, em nenhum lugar ordena, e nem mesmo recomenda que os cristãos se submetam a um sistema legalista de dizimar. Paulo afirma que os crentes devem separar uma parte de seus ganhos para sustentar a igreja (I Coríntios 16:1-2).O Novo Testamento, em lugar algum, determina certa porcentagem de ganhos que deva ser separada, mas apenas diz “conforme a sua prosperidade” (I Coríntios 16:2). A igreja cristã basicamente tomou esta proporção (10%) do dízimo do Velho Testamento e a incorporou como um “mínimo recomendado” para o ofertar cristão. Entretanto, os cristãos não deveriam se sentir obrigados a se prender sempre à quantia de 10%. Deveriam sim dar de acordo com suas possibilidades, “conforme sua prosperidade”. Às vezes, isto significa dar mais do que 10%, às vezes, dar menos que 10%. Tudo depende das possibilidades do cristão e das necessidades da igreja. Cada cristão deve cuidadosamente orar e buscar a sabedoria vinda de Deus no tocante a sua participação com o dízimo e/ou a quanto deve dar (Tiago 1:5). “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Coríntios 9:7).
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
"Jejum cristão: o que diz a Bíblia?"
Resposta: A Escritura não ordena que os cristãos jejuem. Não é algo que Deus peça ou exija dos cristãos. Ao mesmo tempo, a Bíblia apresenta o jejum como algo bom, lucrativo e esperado. O Livro de Atos registra os crentes jejuando antes de tomarem importantes decisões (Atos 13:4; 14:23). Jejum e oração freqüentemente andam juntos (Lucas 2:37; 5:33). Muito freqüentemente, o foco do jejum é a falta de comida. Mas ao invés disto, o propósito do jejum deveria ser desviar seus olhos das coisas deste mundo, e então direcionar sua mente a Deus. Jejuar é uma maneira de demonstrar a Deus e a você mesmo que você leva a sério seu relacionamento com Ele. Jejuar ajuda você a ganhar nova perspectiva e uma renovada confiança em Deus.
Apesar de o jejum nas Escrituras estar quase sempre relacionado à comida, há outras maneiras de jejuar. Tudo que você pode abrir mão temporariamente para que melhor se concentre em Deus pode ser considerado um jejum (I Coríntios 7:1-5). O jejum deve ser limitado a um determinado período de tempo, principalmente quando o jejum é de alimento. Longos períodos sem comer fazem mal ao corpo. O jejum não é para punir a carne, mas para que se concentre em Deus. O jejum também não deve ser considerado como um “método de dieta”. Não jejue para perder peso, mas para ter um relacionamento mais profundo com Deus. Sim, todos podem jejuar. Alguns podem não conseguir jejuar de comida (os diabéticos, por exemplo), mas todos podem, temporariamente, abrir mão de algo para se concentrar em Deus.
Desviando nossos olhos das coisas deste mundo, podemos melhor voltá-los para Cristo. Jejuar não é uma maneira de conseguir de Deus o que queremos. O jejum muda a nós, não a Deus. Jejuar não é uma maneira de parecermos mais espirituais do que os outros. Jejuar é algo a ser feito em espírito de humildade e atitude alegre. Mateus 6:16-18 declara: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.”
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
"Por que devemos estudar o Velho Testamento?"
Resposta: A Bíblia é uma revelação progressiva. Se você pular a primeira metade de qualquer livro bom e tentar terminá-lo, você vai ter dificuldade de entender seus personagens, o enredo e o final. Da mesma forma, o Novo Testamento só pode ser completamente entendido quando é visto como o cumprimento dos eventos, personagens, leis, sistema de sacrifício, alianças e promessas do Velho Testamento. Se apenas tivéssemos o Novo Testamento, iríamos ler os evangelhos sem saber por que os judeus estavam esperando pelo Messias (Um Rei Salvador). Sem o Velho Testamento, não entenderíamos por que esse Messias estava vindo (veja Isaías 53), e não poderíamos ter identificado Jesus de Nazaré como o Messias através das várias profecias detalhadas que foram dadas a Seu respeito; por exemplo: Seu lugar de nascimento (Miquéias 5:2); Sua forma de morrer (Salmos 22, principalmente versículos 1,7-8, 14-18; Salmos 69:21, etc.), Sua ressurreição (Salmos 16:10), e muitos outros detalhes de Seu ministério (Isaías 52:19; 9:2, etc.).
Sem o Velho Testamento, não entenderíamos os costumes judaicos que são mencionados no Novo Testamento. Não entenderíamos as distorções que os fariseus tinham feito à lei de Deus por acrescentarem suas tradições. Não entenderíamos por que Jesus estava tão transtornado ao purificar o Templo. Não entenderíamos que podemos usar a mesma sabedoria que Cristo usou em Suas muitas respostas aos Seus adversários (humanos e demoníacos).
Sem o Velho Testamento, nós iríamos deixar de entender várias profecias detalhadas que só podiam se tornar verdade se a Bíblia é a Palavra de Deus, não dos homens (veja os profetas maiores e menores), tais como Daniel 7 e os capítulos seguintes. Essas profecias dão detalhes específicos sobre a ascensão e queda de nações, como iriam cair, se vão ascender de novo, quais poderes seriam os próximos a emergir, quem seriam os principais personagens (Ciro, Alexandre o Grande, etc.), e o que iria acontecer com seus reinos quando morressem. Essas profecias detalhadas são tão exatas que céticos acreditam que só podiam ter sido escritas depois do ocorrido.
O Velho Testamento contém várias lições para nós através das vidas de seus personagens falíveis que possuíam a mesma natureza que possuímos hoje. Ao observar suas vidas, podemos nos encorajar a confiar em Deus não importando a situação (Daniel 13) e a não ceder nas coisas pequenas (Daniel 1), para que possamos ser fiéis depois nas grandes coisas (Daniel 6). Podemos aprender que é melhor confessar nossos pecados com sinceridade logo, ao invés de botar a culpa em outra pessoa (1 Samuel 15). Podemos aprender a não brincar com o pecado, pois o pecado vai nos descobrir e sua mordida é fatal (veja Juízes 13-16). Podemos aprender que precisamos confiar e obedecer a Deus se almejamos experimentar da Sua "terra prometida" ainda nessa vida e do Seu Paraíso na vida futura (Números 13). Aprendemos que se contemplamos o pecado, estamos apenas nos preparando para cometê-lo (Gênesis 3; Josué 6-7). Aprendemos que nosso pecado tem consequências não só para nós mesmos, mas para aqueles ao nosso redor que amamos tanto; assim como o nosso bom comportamento tem recompensa para nós e para os que estão ao nosso redor também (Gênesis 3; Êxodo 20:5-6).
O Velho Testamento também contém grandes quantidades de sabedoria que o Novo Testamento não tem. Muitos desses estão escritos nos livros de Salmos e Provérbios. Esses ensinos de sabedoria revelam como posso ser mais sábio do que meus professores, qual o resultado de vários pecados (é sempre bom poder ver o anzol que a isca está escondendo), e quais realizações o mundo tem a oferecer (nenhuma!). Como posso perceber se sou um tolo (tolo moral, quer dizer)? Como posso acabar afastando pessoas sem ser esse o meu objetivo? Como posso abrir as portas para sucesso duradouro? Como posso achar sentido para minha vida? Novamente, tem tanta coisa nesses livros só esperando ser descoberta por aqueles que realmente querem aprender.
Sem o Velho Testamento não teríamos nenhuma base para nos guardar contra os erros das perversões politicamente corretas da nossa sociedade, na qual evolução é vista como sendo o criador de todas as espécies durante um período de milhões de anos (ao invés de ser o resultado de uma criação especial de Deus em seis dias literais). Nós acreditaríamos na mentira de que casamentos e famílias são estruturas em evolução que devem continuar a mudar com a sociedade (ao invés de serem vistos como um plano de Deus cujo propósito é de criar filhos que O seguem e de proteger aqueles que seriam usados e abusados se não estivessem em tal estrutura – frequentemente mulheres e crianças).
Sem o Velho Testamento, não entenderíamos as promessas que Deus ainda vai cumprir à nação israelita. Como resultado, não veríamos propriamente que o período de Tribulação é um período de sete anos no qual Ele vai estar trabalhando especificamente com a nação de Israel por ter rejeitado Seu primeira vinda, mas que vai recebê-lO na Sua segunda vinda. Não entenderíamos como o reino futuro de Cristo de 1000 anos se encaixa com as promessas aos judeus, nem como os gentios vão fazer parte também. Nem veríamos como o final da Bíblia conecta tudo que estava solto no começo da Bíblia, restaurando o paraíso que Deus originalmente criou esse mundo para ser, no qual teríamos um relacionamento íntimo e pessoal com Deus no Jardim do Éden.
Em resumo, o Velho Testamento é um espelho que permite que nos vejamos nas vidas dos seus personagens e nos ajuda a aprender de forma indireta de suas vidas. Explica tantas coisas sobre quem Deus é, as maravilhas que tem criado e a salvação que tem providenciado. Conforta aqueles que estão passando por perseguição ou problemas (especialmente o livro de Salmos). Revela através de tantas profecias cumpridas por que a Bíblia é um livro tão único entre os outros livros santos – só ela é capaz de demonstrar o que clama ser: a Palavra inspirada de Deus. Revela muita coisa sobre Cristo página após página dos seus manuscritos. Contém tanta sabedoria que vai muito além do que o Novo Testamento cita ou alude. Em resumo, se você ainda não se aventurou profundamente nas suas páginas, você está perdendo muito do que Deus tem disponível para você. Ao ler o Velho Testamento, vai ter muita coisa que você não vai entender de primeira, mas vai ter muito que você vai entender e aprender. À medida que você continua a estudá-lo, pedindo a Deus para lhe ensinar mais, sua escavação vai lhe recompensar com grandes tesouros!
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
ATOS ADMINISTRATIVOS INVALIDOS
Em trabalho proposto
pelo Sr. Professor de Direito Administrativo I, Dr. Cristian, nos foi
apresentada a seguinte questão:
“A
convalidação de atos administrativos viciados é obrigação ou
faculdade da administração?”
A princípio
cumpre destacar o que é ato administrativo.
Ato
Administrativo é todo ato jurídico emanado do poder público
acrescido de finalidade pública. Sendo assim, tem como
características, as mesmas dos atos jurídicos, como a de adquirir,
resguardar, transferir, modificar ou extinguir direitos.
Os atos
administrativos tem que obedecer aos requisitos da competência,
finalidade, forma,
motivo e objeto.
Vamos ao
objeto e motivo do ato administrativo e após consideraremos os
outros requisitos.
O objeto “é o efeito
jurídico imediato que o ato produz” (DI PIETRO, Maria Sylvia
Zanella; 17ª
edição, 2004). Tem como característica a sua dependência de escolha pelo Poder Público, sendo assim tem
em sua essência a discricionariedade da pessoa competente, não podendo ser determinado pelo poder
judiciário a sua oportunidade e conveniência .
edição, 2004). Tem como característica a sua dependência de escolha pelo Poder Público, sendo assim tem
em sua essência a discricionariedade da pessoa competente, não podendo ser determinado pelo poder
judiciário a sua oportunidade e conveniência .
O Motivo,
assim como o objeto é, em geral, discricionário, porém em certos
casos caracteriza-se por vinculação. Ocorrendo a ausência do
motivo ou a indicação de motivo falso o ato se torna invalido.
A
Finalidade e a Forma caracterizam-se por serem essencialmente
vinculadas, sendo a Finalidade sempre pública, e a Forma obedecendo
aos certames ditados em lei, eventualmente a lei prevê duas ou mais
formas de execução, aí ter-se-á os raros casos de
discricionariedade na Forma.
Já a
Competência, sendo também tratada por alguns doutrinadores como
Sujeito, se trata de quem tem o poder para a convalidação do ato.
Ocorrendo a imputação de um ato administrativo por sujeito
incompetente ou incapaz, fica a cargo do sujeito competente e capaz
anulá-lo ou convalidá-lo e é neste contexto que nos foi
questionado: “A convalidação de ato administrativo viciado é
obrigação ou faculdade da administração?”
Certamente
que Ato Administrativo Viciado não se confunde com Ato
Administrativo Invalido, pois no primeiro ocorre erro sanável, já
no segundo haverá a anulação em efeito ex tunc.
A questão
de convalidação de ato administrativo viciado tem sido amplamente
discutida em toda a doutrina e jurisprudência com amplo apoio a sua
invalidação. Porém, têm-se que avaliar os princípios que regem o
ato administrativo e terceiros que eventualmente sejam prejudicados.
As Súmulas 346 e 473 do STF pacificaram os entendimentos sobre o
assunto.
“STF Súmula nº 346 - 13/12/1963 - Súmula da Jurisprudência Predominante do Supremo Tribunal Federal - Anexo ao Regimento Interno. Edição: Imprensa Nacional, 1964, p. 151.
Administração
Pública - Declaração da Nulidade dos Seus Próprios Atos
A
administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios
atos.”
“STF
Súmula nº 473-
03/12/1969 -DJ
de 10/12/1969, p. 5929; DJ de 11/12/1969, p. 5945; DJ de 12/12/1969,
p. 5993. Republicação: DJ de 11/6/1970, p. 2381; DJ de 12/6/1970,
p. 2405; DJ de 15/6/1970, p. 2437.
Administração
Pública - Anulação ou Revogação dos Seus Próprios Atos
A
administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de
vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam
direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou
oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em
todos os casos, a apreciação judicial.”
Todavia se
o ato foi praticado por sujeito incompetente, a doutrina tem o
entendimento de que os efeitos do ato devem ser mantidos, segundo o
chamado papa do Direito Administrativo Hely Lopes Meirelles, na 29ª
edição publicada em 2004 de sua doutrina Direito Administrativo
Brasileiro, nos ensina que “a presunção de veracidade,
inerente a de legitimidade, refere-se aos fatos alegados e afirmados
pela administração para a prática do ato, os quais são tidos e
havidos como verdadeiros até prova em contrário”.
Tendo em
vista todo o exposto clarifica-se que o ato administrativo viciado
deve ser invalidado pelo princípio da legalidade, porém se foi
simplesmente praticado por sujeito incompetente ou contiver erro em
sua forma, deve ser “corrigido” pelo princípio da finalidade
pública, mantendo os seus efeitos.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Tommy ou Tammy? Casal retarda puberdade para filho decidir sobre sexo
Olá amigos, navegando no site da Globo me deparei com essa notícia. Leiam e opinem. Abraços!
Enviado por Fernando Moreira -
21.10.2011
|10h50m
Tommy ou Tammy? Casal retarda puberdade para filho decidir sobre sexo
O casal lésbico Pauline Moreno e Debra Lobel, da Califórnia (EUA), decidiu usarbloqueadores de hormônios para retardar a chegada da puberdade no filho Tommy, de 11 anos. A medida foi tomada para que o menino tenha mais tempo para decidir se realmente quer fazer a mudança de sexo. Tommy usa roupas de menina e é chamado pelas mães de Tammy.
"Isso dá às crianças e às famílias a oportunidade de tomar a decisão certa", disse Joel Baum, diretor da ONG californiana Gender Spectrum, de acordo com o site Adelaide Now.
Entretanto opositores da decisão de Pauline e Debra dizem que o retardamento da puberdade não fará Tommy ter discernimento suficiente para tomar a importante decisão sobre a alteração da sua sexualidade.
"Isso dá às crianças e às famílias a oportunidade de tomar a decisão certa", disse Joel Baum, diretor da ONG californiana Gender Spectrum, de acordo com o site Adelaide Now.
Entretanto opositores da decisão de Pauline e Debra dizem que o retardamento da puberdade não fará Tommy ter discernimento suficiente para tomar a importante decisão sobre a alteração da sua sexualidade.
"Isso é abuso infantil. É como fazer lipoescultura em uma criança com anorexia", disparou Paul McHugh, professor de psiquatria da renomada Johns Hopkins University.
Tommy deverá continuar em tratamento até os 15 anos.
Fotos: Facebook
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Curiosidades Diversas
A primeira citação da redondeza da terra confirmava a ideia de Galileu, de um planeta esférico. Bastava que os descobridores conhecessem a bíblia. (Isaías 40: 22)
Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. (Amós 6: 5)
O tio e a tia de Jesus se tornaram “crentes” na sua pregação antes de sua crucificação. (Lucas 24: 13 – 18, João19: 25)
O nome “cristão” só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11: 26, Atos 26: 28 e I Pedro 4: 16)
A “Epístola da Alegria” , a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.
Quem dá aos pobres, empresta a Deus, e Ele lhe pagará. (Provérbios 19: 17)
O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje. (Naum 2:4 Os carros correrão furiosamente nas ruas, colidirão um contra o outro nos largos caminhos;)
A mensagem através de “out-doors” é uma citação bíblica detalhada. (Habacuque 2:2 Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.)
Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16: 19)
O nome mais comprido e estranho de toda a bíblia é Maersalalhasbas – filho de Isaias. (Isaías 8: 3 – 4)
Você sabia que a palavra fé só é encontrada uma vez no antigo testamento? (Hc 2: 4)
Você sabia que a palavra “Deus” aparece 2.658 vezes no V.T. e 1.170 vezes no N.T. num total de 3.828 vezes??
* O livro mais antigo da Bíblia não é o Gênesis, mas Jó. Acredita-se que foi escrito por Moisés, quando esteve no deserto.
* O primeiro Salmo encontra-se em II Samuel 1:19-27, uma elegia de Davi em memória de Saul e seu filho Jônatas.
* A Bíblia contém cerca de 773.693 palavras com 3.566.480 letras.
* A Bíblia contém 1.189 capítulos e 31.102 versículos.
* O Salmo 14 e o 53 são iguais.
* O capítulo mais longo é o Salmo 119.
* O capítulo mais curto é o Salmo 117.
* O versículo que se encontra no meio da Bíblia é Salmo 118:8.
* O Pai Nosso, ou a Oração do Senhor, contém 68 palavras e destas apenas cinco são uma petição.
* Ester 8:9 é o maior versículo da Bíblia.
* O versículo mais curto acha-se em Êxodo 20:13.
* A Lei de Deus encontra-se em Êxodo 20 e Deuteronômio 5.
* No livro de Ester não se encontra a palavra Deus.
* O Antigo Testamento termina com uma maldição, ao passo que o Novo termina com uma bênção.
* O último livro da Bíblia a ser escrito foi III S. João.
* A última promessa encontra-se em Apocalipse 22:12.
* Há 3.573 promessas na Bíblia.
* O primeiro Salmo encontra-se em II Samuel 1:19-27, uma elegia de Davi em memória de Saul e seu filho Jônatas.
* A Bíblia contém cerca de 773.693 palavras com 3.566.480 letras.
* A Bíblia contém 1.189 capítulos e 31.102 versículos.
* O Salmo 14 e o 53 são iguais.
* O capítulo mais longo é o Salmo 119.
* O capítulo mais curto é o Salmo 117.
* O versículo que se encontra no meio da Bíblia é Salmo 118:8.
* O Pai Nosso, ou a Oração do Senhor, contém 68 palavras e destas apenas cinco são uma petição.
* Ester 8:9 é o maior versículo da Bíblia.
* O versículo mais curto acha-se em Êxodo 20:13.
* A Lei de Deus encontra-se em Êxodo 20 e Deuteronômio 5.
* No livro de Ester não se encontra a palavra Deus.
* O Antigo Testamento termina com uma maldição, ao passo que o Novo termina com uma bênção.
* O último livro da Bíblia a ser escrito foi III S. João.
* A última promessa encontra-se em Apocalipse 22:12.
* Há 3.573 promessas na Bíblia.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
"O que é a armadura de Deus?"
Resposta: A frase “toda a armadura de Deus” vem da passagem do Novo Testamento: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Efésios 6:13-17).
Efésios 6:12 indica claramente que o conflito com Satanás é espiritual e, portanto, nenhum arma física pode ser usada efetivamente contra ele e seus demônios. Não temos uma lista de táticas específicas que ele vai usar. No entanto, a passagem é bem clara ao dizer que quando seguimos todas as instruções fielmente, vamos poder resistir ao poder do mal e ter vitória, qualquer que seja a sua ofensa.
A primeira parte de nossa armadura é a verdade (versículo 14). Isso é fácil de entender, já que Satanás é o "pai da mentira" (João 8:44). Decepção é uma das primeiras coisas que Deus considera ser uma abominação. Uma "língua mentirosa" é uma das coisas que “o SENHOR aborrece” (Provérbios 6:16-17). Ele diz claramente que nenhum mentiroso vai entrar no céu (Apocalipse 22:14-15). Somos então exortados a usar a verdade para a nossa própria santificação e libertação e para o bem daqueles a quem somos testemunhas.
No versículo 14 somos encorajados a nos vestir com a couraça da justiça. Uma couraça iria proteger um guerreiro contra um golpe fatal ao coração ou outros órgãos importantes. Essa justiça não é obras de justiça feitas pelos homens – apesar de que elas seriam barreiras de proteção quando usadas contra acusações e censuras do inimigo. Ao invés disso, essa é a justiça de Cristo, imputada por Deus e recebida pela fé, a qual guarda os nossos corações contra as acusações de Satanás e protege o nosso ser interior contra seus ataques.

Versículo 15 fala da preparação dos pés para o conflito espiritual. O soldado moderno, assim como o guerreiro da antiguidade, precisa prestar bastante atenção aos seus pés. Às vezes o inimigo da antiguidade colocava obstáculos perigosos no caminho dos soldados que estavam avançando. Isso é bem parecido com os campos minados de hoje. Doenças também podem danificar os pés de um soldado que não tem seus pés protegidos. A idéia de ter o evangelho da paz como calçado sugere o que precisamos para poder avançar no território de Satanás; precisamos da mensagem da graça, a qual é tão essencial para ganhar almas para Cristo. Satanás tem colocado muitos obstáculos no caminho da propagação do evangelho.
O escudo da fé, ao qual o versículo 16 se refere, torna ineficaz o ataque de Satanás de plantar dúvidas em relação à fidelidade de Deus e Sua Palavra. Nossa fé – da qual Cristo é o autor e consumador (Hebreus 12:2) – é como um escudo de ouro, precioso, sólido e importante. Esse escudo é como um escudo de guerreiros fortes, pelo qual coisas importantes são alcançadas, e pelo qual um crente não só repele, mas também conquista o inimigo.
O capacete da salvação do versículo 17 protege a cabeça e serve para proteger uma parte do corpo que é tão importante. Podemos dizer que o jeito que pensamos precisa de preservação. A cabeça de um soldado era uma das partes principais a serem defendidas, pois ela podia sofrer um dos ataques mais mortais, e é a cabeça que comanda todo o corpo. A cabeça é o centro da nossa mente, e quando ela possui a “esperança” certa do Evangelho de vida eterna, não vai receber doutrina falsa, ou deixar-se influenciar pelas tentações de Satanás de desespero. Uma pessoa não salva não tem nenhuma esperança de se proteger dos ataques de falsa doutrina porque sua mente é incapaz de discernir entre verdade e mentira.
Versículo 17 interpreta a si mesmo em relação ao que quer dizer com a espada do Espírito. Enquanto o resto da armadura é em sua natureza armas de defesa, aqui se encontra a única arma de ataque na armadura de Deus. Ela se refere à santidade e poder da Palavra de Deus. Uma arma espiritual maior não existe. Nas tentações de Jesus no deserto, a Palavra de Deus sempre predominou em suas respostas a Satanás. Que benção saber que a mesma Palavra também está disponível a nós!
Orar no Espírito (quer dizer, com a mente de Cristo, com Seu coração e Suas prioridades) como vemos no versículo 18 é o ponto auge do que está envolvido em nos preparar e utilizar todas as armas de Deus anteriormente mencionadas. É significante que essa passagem das Escrituras é tão fiel às prioridades de ministério destacadas por todas as epístolas de Paulo; ele acredita que oração é o elemento mais importante para a vitória e maturidade espirituais. Ele deseja ardentemente esse tipo de oração em sua vida também (versículos 19-20).
Efésios 6:12 indica claramente que o conflito com Satanás é espiritual e, portanto, nenhum arma física pode ser usada efetivamente contra ele e seus demônios. Não temos uma lista de táticas específicas que ele vai usar. No entanto, a passagem é bem clara ao dizer que quando seguimos todas as instruções fielmente, vamos poder resistir ao poder do mal e ter vitória, qualquer que seja a sua ofensa.
A primeira parte de nossa armadura é a verdade (versículo 14). Isso é fácil de entender, já que Satanás é o "pai da mentira" (João 8:44). Decepção é uma das primeiras coisas que Deus considera ser uma abominação. Uma "língua mentirosa" é uma das coisas que “o SENHOR aborrece” (Provérbios 6:16-17). Ele diz claramente que nenhum mentiroso vai entrar no céu (Apocalipse 22:14-15). Somos então exortados a usar a verdade para a nossa própria santificação e libertação e para o bem daqueles a quem somos testemunhas.
No versículo 14 somos encorajados a nos vestir com a couraça da justiça. Uma couraça iria proteger um guerreiro contra um golpe fatal ao coração ou outros órgãos importantes. Essa justiça não é obras de justiça feitas pelos homens – apesar de que elas seriam barreiras de proteção quando usadas contra acusações e censuras do inimigo. Ao invés disso, essa é a justiça de Cristo, imputada por Deus e recebida pela fé, a qual guarda os nossos corações contra as acusações de Satanás e protege o nosso ser interior contra seus ataques.

Versículo 15 fala da preparação dos pés para o conflito espiritual. O soldado moderno, assim como o guerreiro da antiguidade, precisa prestar bastante atenção aos seus pés. Às vezes o inimigo da antiguidade colocava obstáculos perigosos no caminho dos soldados que estavam avançando. Isso é bem parecido com os campos minados de hoje. Doenças também podem danificar os pés de um soldado que não tem seus pés protegidos. A idéia de ter o evangelho da paz como calçado sugere o que precisamos para poder avançar no território de Satanás; precisamos da mensagem da graça, a qual é tão essencial para ganhar almas para Cristo. Satanás tem colocado muitos obstáculos no caminho da propagação do evangelho.
O escudo da fé, ao qual o versículo 16 se refere, torna ineficaz o ataque de Satanás de plantar dúvidas em relação à fidelidade de Deus e Sua Palavra. Nossa fé – da qual Cristo é o autor e consumador (Hebreus 12:2) – é como um escudo de ouro, precioso, sólido e importante. Esse escudo é como um escudo de guerreiros fortes, pelo qual coisas importantes são alcançadas, e pelo qual um crente não só repele, mas também conquista o inimigo.
O capacete da salvação do versículo 17 protege a cabeça e serve para proteger uma parte do corpo que é tão importante. Podemos dizer que o jeito que pensamos precisa de preservação. A cabeça de um soldado era uma das partes principais a serem defendidas, pois ela podia sofrer um dos ataques mais mortais, e é a cabeça que comanda todo o corpo. A cabeça é o centro da nossa mente, e quando ela possui a “esperança” certa do Evangelho de vida eterna, não vai receber doutrina falsa, ou deixar-se influenciar pelas tentações de Satanás de desespero. Uma pessoa não salva não tem nenhuma esperança de se proteger dos ataques de falsa doutrina porque sua mente é incapaz de discernir entre verdade e mentira.Versículo 17 interpreta a si mesmo em relação ao que quer dizer com a espada do Espírito. Enquanto o resto da armadura é em sua natureza armas de defesa, aqui se encontra a única arma de ataque na armadura de Deus. Ela se refere à santidade e poder da Palavra de Deus. Uma arma espiritual maior não existe. Nas tentações de Jesus no deserto, a Palavra de Deus sempre predominou em suas respostas a Satanás. Que benção saber que a mesma Palavra também está disponível a nós!
Orar no Espírito (quer dizer, com a mente de Cristo, com Seu coração e Suas prioridades) como vemos no versículo 18 é o ponto auge do que está envolvido em nos preparar e utilizar todas as armas de Deus anteriormente mencionadas. É significante que essa passagem das Escrituras é tão fiel às prioridades de ministério destacadas por todas as epístolas de Paulo; ele acredita que oração é o elemento mais importante para a vitória e maturidade espirituais. Ele deseja ardentemente esse tipo de oração em sua vida também (versículos 19-20).
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