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quarta-feira, 1 de junho de 2011

TORRE DE BABEL: Adoção de crianças por casais homoafetivos

Bom, o tema em questão é sem dúvida um dos mais discutidos na atualidade. A adoção de crianças por casais homoafetivos, tem estado sob o foco dos mais ferrenhos debates, conduzindo os que defendem a adoção, quase sempre, a uma vitória.
Pesquisando nos inúmeros artigos publicados na internet encontrei uma esmagadora maioria que defende a tese de que realmente as crianças que se encontram em casas de passagens devem ser adotadas por casais de pessoas do mesmo gênero e que a lei deveria logo permitir isso, de fato o projeto do novo Estatuto da Criança e do Adolescente omite a questão de permitir a adoção por casais de sexo opostos, o que segundo os defensores é “O PROGRESSO”.

Porém, sinceramente eu discordo. Há pesquisas que demonstram que crianças criadas em familias monoparentais ou homoafetivas apresentam graus de depressão e confusão. Duvida? Então veja:
Segundo o jornal O Globo de 07/02/2009, 99% da população brasileira tem preconceito contra os homossexuais, eu disse NOVENTA E NOVE POR CENTO dos brasileiros!!!! Como crescerá uma criança que vive cercada de preconceito e privações? Quando há reunião de pais na escola quem irá? O pai ou o pai? A mãe ou a mãe? No dia dos pais quem ganha presente? E no dia das mães? Se refletir nisso tudo você ainda pensar que deve ser feita a lei para regularização da adoção por casais homoafetivos, veja que interessante:
Em 2005 o sitio HazteOir.org com a colaboração do Foro Espanhol da Família (FEF) e o instituto da Política Famíliar (IPF) colecionaram centenas de estudos científicos, que chegam a conclusão que as crianças criadas por homossexuais têm um desenvolvimento muito diferente dos que crescem em familias biologicamente naturais, e na maioria dos aspectos de forma prejudicial a essas crianças, pois apresentam problemas psicológicos como auto-estima baixa, stress, transtornos da identidade sexual (ainda não é o bastante?), problemas em como se relacionar com as outras crianças, insegurança com relação a sua vida futura se se casará e terá filhos (tem certeza qua ainda não é o bastante?), troca do companheiro ou companheira do progenitor homossexual como figura materna/paterna (que dúvida que isso aconteceria) ou preferência por viver com o outro progenitor.


Além disso tudo, foi abordado o tema de instabilidade, infidelidade e transtornos psicológicos de casais homossexuais e foi averiguado que em países como a Suécia o índice de ruptura em casais homossexuais é de 37% superior aos casais heteros e 200% maior que nos casais formados por lésbicas. (Só isso? Não!) Ainda há que, as crianças que não tem a figura paterna ou materna procuram suprir essa ausência com conhecidos do sexo oposto ao do casal. Com certeza veremos uma nova geração cheia de transtornos, confusa, algo parecido com a Torre de Babel.
Assistindo aos noticiários, o mais recente caso, a declaração de UNIÃO ESTÁVEL entre duas pessoas do mesmo sexo reconhecido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), onde tinha como centro da reportagem o acompanhamento de dois homens indo ao Cartório de Curitiba para que fosse lavrado o instrumento e reconhecida a sua União Estável, me vi perplexo após a reportagem. Tudo bem, eles fizeram a opção sexual deles, um dos conviventes era inglês (se não me engano) tinha sido casado durante dez anos com uma mulher e decidiu se separar e ficar com o atual companheiro após tê-lo conhecido em um metrô em Londres. Ok! Não faz diferença nenhuma para a minha vida, o único problema é que eles estão na briga para adotar crianças na justiça, e eles falaram que isso deveria ser direito de todos os casais homoafetivos.
O real problema não é eles adotarem ou falarem o que falaram, o problema está no fato da Televisão e toda a mídia passar isso como se todos os casais homoafetivos fossem ricos, estáveis e felizes, o que não é verdade, óbvio. A mídia passa isso como se não houvesse uma alta porcentagem de casais homoafetivos que se separam e trocam de parceiros constantemente, que faria com que a criança tivesse um lar completamente instável.
Tá! Qual seria a solução?
Acredito que já esteja sendo praticada o que seria a solução para o caso. Atualmente para que seja possível a adoção por esses casais é necessário entrar com a devida ação nas Varas de Família, onde se verificará se o “casal” terá condições de cuidar da criança, sustentá-la, dar uma educação razoável, cuidar de sua saúde, enfim, toda e qualquer necessidade que a criança venha a ter, esse “casal” terá que prover. Sendo assim, o “casal” deverá contratar um advogado, o que já prova que pelo menos alguma estabilidade financeira eles têm, e provar ao juiz que possuem tais requisitos exigidos não somente para casais homoafetivos mas tambem para qualquer outro que pretenda adotar uma criança.
Não vejo a necessidade de criar mais uma lei para a minoria populacional, tendo em vista que a lei sempre é redigida para a defesa dos interesses da coletividade. Se for redigir leis toda vez que uma minoria for representada nos plenários desse nosso país, logo logo teremos leis para que os surfistas tenham pelo menos duas horas remuneradas por dia para poder surfar, que os paranistas não devem ser cassoados e que os albinos tem direito a bolsa protetor solar (ironia, não é preconceito!)
Autor: Claudio Rhenan F. Caldeira

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